Intimidade conosco e intimidade com os demais

Por: Diana García

Como o processo de afirmação começa quando descobrimos as virtudes dentro de nós, a intimidade conosco é essencial para ter intimidade com os demais.

Esta intimidade conosco cresce na medida em que nos tornamos conscientes de nossos mais profundos sentimentos, necessidades, medos, decepções e sonhos. Se não tivermos consciência disto, não teremos um “eu” para dar aos demais. Mas esta conscientização requer tempo e estruturas.

Erikson diz: “Freqüentemente, uma pessoa pode estar apaixonada ou envolver-se em intimidades, mas a intimidade que agora está em risco é a capacidade de se comprometer com filiações concretas que podem exigir sacrifícios e concessões significativos”.

Assim, intimidade não é sinônimo de expressão sexual nem de um compartilhar algo romântico, mas se refere à exposição pessoal e à reciprocidade que são compartilhadas em uma ampla gama de relacionamentos (amizades, família, companheiros de trabalho, vida em comunidade, etc.).




Enviar a um amigo
Versão para imprimir
 
Amizade