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O que é preciso evitar na oração
Por: Rosario Alfaro Martínez
A vida de oração é sempre difícil e nunca é algo que se deva descuidar, portanto é preciso evitar cair em alguma das seguintes situações:
• A ROTINA: quando a oração se torna um exercício puramente mecânico, sem valor e sem vida, ou então a força do costume leva a certo automatismo semi-inconsciente que faz que não seja mais um relacionamento de amor.
• EXCESSO DE ATIVIDADE NATURAL: não nos referimos aqui à atividade física ou ao trabalho senão em confiar demais em nosso agir para que as coisas que pedimos se realizem, isto não é confiar em que Deus é quem vai fazer as coisas.
• PASSIVIDADE OU INÉRCIA: este é o outro extremo quando, com o pretexto de não se adiantar à ação de Deus, não se faz nem sequer o que com a graça ordinária poderia ou deveria ser feito.
• DESALENTO: sobretudo quando as pessoas pensam que, por mais que rezarem não progredirão, e deixarem de orar por este motivo.
• EXCESSIVO OTIMISMO: sobretudo aquelas pessoas que sentem que são quase santos porque dedicam 30 minutos a Deus cada dia, ou aquelas pessoas que sentem que estão mais adiantadas que o resto do mundo porque elas rezam.
• APEGO AOS CONSOLOS SENSÍVEIS: isto se refere a engendrar na alma uma espécie de gula espiritual que a impulsiona a procurar os consolos de Deus em vez do Deus dos consolos.
• APEGO EXCESSIVO A UM DETERMINADO MÉTODO: como se fosse o único possível para o exercício da oração, ou a excessiva facilidade que nos leva a abrir mão de um método ou a abandoná-lo antes do tempo.
Por estas razões, é importante contar com alguém que possa nos ajudar a ser pessoas de oração.
“Um momento de verdadeira adoração tem mais valor e frutos espirituais do que a mais intensa atividade, mesmo sendo uma atividade apostólica” (João Paulo II). NADA SEM ORAR E TUDO COMO FRUTO DA oração!
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