"A que viveu a castidade até o fim" Maria Goretti

Maria nasceu em uma família pobre, foi a terceira de sete filhos, tinha 10 anos quando seu pai faleceu. Estava acostumada a rezar freqüentemente e considerava o Rosário sua oração preferida.

Aos onze anos, fez a primeira comunhão e depois deste grande acontecimento, decidiu viver sempre em castidade. Maria morava em uma fazenda, do mesmo modo que Alessandro, ele se apaixonou por Maria mas, de uma maneira egoísta que o levava continuamente a lhe fazer propostas desonestas, ela rejeitava sem se importar com as ameaças que ele lhe fazia.

Um dia, Alessandro tentou abusar sexualmente de Maria, ela tentou pedir ajuda, gritou mas ninguém a ouviu. Ele a amordaçou e tentou tirar seu vestido, ameaçando-a com um punhal, no entanto, desesperado pela resistência dela, diz: “Se você não deixar, eu lhe mato”. Maria recebeu catorze feridas e mesmo assim continuou viva até chegar ao hospital onde se confessou e recebeu a comunhão e a extrema unção, perdoando seu assassino e pedindo a Deus que também o perdoasse.

O assassino foi condenado a 30 anos de prisão mas no princípio não mostrava arrependimento. Um dia, sonhou que Maria, em uma aparição, lhe dizia que também ele podia ir para o céu, Alessandro então se arrependeu e procurou o perdão de Deus e da Mãe de Maria. Ofereceu a Deus os trabalhos e sofrimentos da cadeia para reparar seus pecados. Vinte e sete anos depois, saiu da priSão e conseguiu o perdão da Mãe de Maria.

"Maria Goretti nos incentiva a experimentar a alegria dos pobres que sabem renunciar a tudo para não perder o único necessário: a amizade de Deus...Queridos jovens, escutem a voz de Cristo que os chama, também a vocês, pelo estreito caminho da santidade que passa pela fidelidade da virtude da castidade” (João Paulo II).